Resultados da Pesquisa Arquivos: 2006
15 de Novembro de 2006
3 de Novembro de 2006
Regresso a Lisboa – Confissões Proibidas

Julieta Ferreira, neste seu inquietante livro de estreia, conta-nos uma história verídica num estilo seguro, tranquilo e sem desfalecimentos, que nos mobiliza e prende da primeira à última página.
Um romance de amor, privação e saudade, escrito com a sensibilidade de uma emigrante portuguesa, madura e emancipada, que triunfou sobre toda a desventura, animada por uma única esperança: voltar.
Rita Ferro
SINOPSE
Regresso a Lisboa – Confissões proibidas, de Julieta Ferreira, é uma narração que dá ao leitor a visão de uma mulher atormentada por um passado, em busca da sua identidade e de um amor que a liberte.
No cenário da Lisboa intemporal, a protagonista expõe emoções muito intensas e desejos muito íntimos, seguindo uma trajectória entre o passado e o presente, ao mesmo tempo que explora aspectos da cultura e sociedade portuguesas, fazendo comparações com a cultura e a sociedade do país onde vive, a Austrália.
No regresso a Portugal, ao fim de trinta e cinco anos, reencontra aquele que fora o seu primeiro namorado. É a inspiração para um relato honesto de uma jornada física e emocional, recorrendo ao uso de pensamentos, memórias e vivências partilhadas com o leitor.
NOTA DA AUTORA
Regresso a Lisboa é uma narração muito sincera e muito sentida. Deu-me muito prazer escrever este romance: serviu de catarse e também teve – se assim poderei dizer – uma função terapêutica.
À medida que ia escrevendo, ia sendo confrontada com verdades acerca de mim própria e com sentimentos muito intensos e emoções que foram postos a nu pela escrita. Deu-me um prazer muito particular escrever sobre Lisboa e, só mais tarde, vi que afinal o meu livro poderia transmitir ao leitor uma mensagem de optimismo e de esperança num momento em que há tanta desmotivação e falta de auto-estima nas pessoas e no país.
Espero que o leitor fique a sentir mais amor e fé no nosso país e que a minha narração possa trazer um pouco da realidade do que é lá fora – nem melhor nem pior do que em Portugal – apenas diferente. Essa diferença que a mim não encanta nem seduz: continuo a preferir o que nós somos, o que nós temos, aquilo que representamos, mesmo que seja pior daquilo que há lá fora, aos olhos de muitos.



