A serra recorta-se no azul
De nuvens paradas matizado
O manto verde de serpentinas
Em canto e dança jamais cansados
Pelas encostas das suas colinas
Ondulando caprichosas e altivas
São eco dos nossos antepassados.
O toque estridente do campanário
Do tempo o passar não perdoa
Piedade é na boca dos serranos
Nome de santa que ressoa
No murmúrio secreto de [...]
Onde acaba uma e começa a outra? O louco tem tanto de sábio, como o sábio tem de louco: tanto a nível de comportamentos externos como a nível de interiorização de conceitos. Os loucos e os sábios são seres complexos e singulares que deixam um rastro ao qual não podemos ficar indiferentes. [...]
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