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	<title>Comentários em: A Eterna Luta</title>
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	<description>Romancista, Poetisa e Cronista</description>
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		<title>Por: meninosdocoro</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/a-eterna-luta.html/comment-page-1#comment-177</link>
		<dc:creator>meninosdocoro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 21:23:06 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Noite, Jú
Pois...Kant dir-te ia que a boa intenção faz a boa acção. E que só é boa a acção que foi praticada com intenção de o ser (o filósofo não considera a intenção solitária, logo, concorda com a máxima popular). Quanto à vontade de fazer o mal...dizia-te que não é verdadeira vontade. Vontade é a força que te impele para o bem. Sempre que praticas o mal...a tua vontade submete-se às inclinações, aos apetites, ao que te agrada e compraz, deixa-se dominar. Não é ela que domina. O bem seria pois, o domínio da vontade boa, ou seja duma vontade racional, que faz o que deve. Isto é a resposta que Kant deu. A minha não é bem essa. A dualidade bem e mal existe, claro. Mas, na vida, Protágoras tem a sua razão e lugar. O homem é mesmo a medida de todas as coisas. E cada homem é uma medida, de acordo com a sua circunstância. claro que o bem e o mal instituídos são discutíveis, mas contribuem para a sobrevivência mais ou menos harmoniosa. As religiões, as sociedades laicas, fazem o seu papel na preservação do domínio das forças do bem sobre as do mal, qualquer sociedade radica nesse princípio. Em termos de moralidade...o mal é bem mais agradável, o bem tem cheiro a mofo e sacristia :)))
beijitos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Noite, Jú<br />
Pois&#8230;Kant dir-te ia que a boa intenção faz a boa acção. E que só é boa a acção que foi praticada com intenção de o ser (o filósofo não considera a intenção solitária, logo, concorda com a máxima popular). Quanto à vontade de fazer o mal&#8230;dizia-te que não é verdadeira vontade. Vontade é a força que te impele para o bem. Sempre que praticas o mal&#8230;a tua vontade submete-se às inclinações, aos apetites, ao que te agrada e compraz, deixa-se dominar. Não é ela que domina. O bem seria pois, o domínio da vontade boa, ou seja duma vontade racional, que faz o que deve. Isto é a resposta que Kant deu. A minha não é bem essa. A dualidade bem e mal existe, claro. Mas, na vida, Protágoras tem a sua razão e lugar. O homem é mesmo a medida de todas as coisas. E cada homem é uma medida, de acordo com a sua circunstância. claro que o bem e o mal instituídos são discutíveis, mas contribuem para a sobrevivência mais ou menos harmoniosa. As religiões, as sociedades laicas, fazem o seu papel na preservação do domínio das forças do bem sobre as do mal, qualquer sociedade radica nesse princípio. Em termos de moralidade&#8230;o mal é bem mais agradável, o bem tem cheiro a mofo e sacristia <img src='http://julieta-ferreira.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> ))<br />
beijitos</p>
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