A saudade habita a casa do vazio
Onde pelas frinchas das portas fendidas
Perpassa o gemido acabado do frio
E a dor paralisada se deixa solidificar
Nos sulcos rasgados das lágrimas caídas.
O sussurro brando das cálidas memórias
Acalma a fúria do desolado pranto
A escorrer tristeza nas esconsas paredes
Num tempo sumido de passadas histórias
Onde ressoa o eco dum descolorido canto.


Cara Julieta:
A amizade, mesmo longínqua , não deixará que a solidão se instale… ela terá sempre o seu espaço nos nossos corações.
Bjs. da
Eduarda
Minha querida:
Essa solidão é só um intervalo entre felicidades. Por mais longa que seja, logo a felicidade a afoga.
Beijos
Uma ode à saudade como só tu sabes escrever.
Beijos
Profundo, forte, muito forte, este poema…
Um abraço
Muito belo e triste poema…
Beijo
lindo poema, mas com muita saudade, as lágrimas, sim…
um abraço
Jufaria