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	<title>Julieta Ferreira</title>
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	<description>Romancista, Poetisa e Cronista</description>
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		<title>Mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>Embalar no seu ventre
O fruto do desamor
Dar vida estoicamente
Afagar o sonho perdido
No filho de si nascido
Acreditar para sempre
Ainda que falhe ternura
Sorrir em face da dor
Morrer só e lentamente
Privada do seu amor
Entoar canto de amargura.</p>
<p>Ser mãe esposa amante
Amiga e fiel confidente
Além disso a companheira
Num consagrar-se constante
Deixando a fêmea dormente
Não a julguem feiticeira.</p>
<p>Vulgar ou de mais sofisticada
Analfabeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/_Wge5P8cNZ5c/SyVGRwFur5I/AAAAAAAAAmQ/6hFK-aPcWKw/s400/Mulher+madura+2.bmp" alt="" width="250" height="250" /></p>
<p>Embalar no seu ventre<br />
O fruto do desamor<br />
Dar vida estoicamente<br />
Afagar o sonho perdido<br />
No filho de si nascido<br />
Acreditar para sempre<br />
Ainda que falhe ternura<br />
Sorrir em face da dor<br />
Morrer só e lentamente<br />
Privada do seu amor<br />
Entoar canto de amargura.</p>
<p>Ser mãe esposa amante<br />
Amiga e fiel confidente<br />
Além disso a companheira<br />
Num consagrar-se constante<br />
Deixando a fêmea dormente<br />
Não a julguem feiticeira.</p>
<p>Vulgar ou de mais sofisticada<br />
Analfabeta ou com dom de artista<br />
Prostituta ou notável fadista<br />
Tantas as vezes que é ignorada<br />
O sofrer a encobrir é o seu manto<br />
Perdida está num vale de pranto.</p>
<p>Atrás do homem fica ignorada<br />
Vítima de abusos tamanhos<br />
Obscura e de voz silenciada<br />
Mártir de inconfessáveis danos<br />
Ergue-se mesmo assim airosa<br />
Enfrenta de pé o mundo corajosa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Momentos de nós</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 16:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>A amenidade de uma tarde de Março
Pinceladas de uma primavera prematura e desejada
A luz a espalhar-se pelos morros da cidade
O sol a deixar pegadas pelo empedrado gasto das ruelas
O meu encontro com um passado de saudade
A doçura e firmeza da tua mão entrançada na minha
A aragem a folgar com os meus cabelos
O meu sorriso leve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://lh6.ggpht.com/poeamor/SGAD5_PufyI/AAAAAAAAANQ/OrX8lMn_Jjo/poesias_amantes%5B1%5D.jpg" alt="" width="254" height="165" /></p>
<p>A amenidade de uma tarde de Março<br />
Pinceladas de uma primavera prematura e desejada<br />
A luz a espalhar-se pelos morros da cidade<br />
O sol a deixar pegadas pelo empedrado gasto das ruelas<br />
O meu encontro com um passado de saudade<br />
A doçura e firmeza da tua mão entrançada na minha<br />
A aragem a folgar com os meus cabelos<br />
O meu sorriso leve e aberto de menina<br />
Um caminhar sem desvios num uníssono passo<br />
O teu surpreendente desvelo e a minha comoção<br />
Olhares a falarem de muitas histórias<br />
Corpos a denunciarem os nossos desejos<br />
Eu a querer dar-te um beijo no perdido caramanchão<br />
Tu a dizeres do teu gostar num lânguido abraço<br />
Imagens a perpetuarem um instante com devir<br />
O desenhar de um presente de novas memórias<br />
Nos nossos lábios tantas palavras por florir…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meu amanhã</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/meu-amanha.html</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 10:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>O amanhã chegou&#8230;
Outrora difuso e sonhado
Num tempo onde a luz fugia
No sufoco do pântano do meu viver.
Era um amanhã opaco
No enredo brumoso do meu frouxo querer.
Desejado e temido.
Buscado e perdido.
É agora um amanhã a espreitar
No presente do meu contentamento.
Tela de pinceladas soltas.
Verso branco por rimar.
Começo luzente nos sorrisos que te dou.
Esboço de um conto por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/mulherde50.loveblog.com.br/images/gd/1225656975/SER-MULHER.jpg" alt="" width="243" height="161" /></p>
<p>O amanhã chegou&#8230;<br />
Outrora difuso e sonhado<br />
Num tempo onde a luz fugia<br />
No sufoco do pântano do meu viver.<br />
Era um amanhã opaco<br />
No enredo brumoso do meu frouxo querer.<br />
Desejado e temido.<br />
Buscado e perdido.<br />
É agora um amanhã a espreitar<br />
No presente do meu contentamento.<br />
Tela de pinceladas soltas.<br />
Verso branco por rimar.<br />
Começo luzente nos sorrisos que te dou.<br />
Esboço de um conto por findar.<br />
O amanhã saltou o espesso muro&#8230;<br />
Barca de leme liberto ao vento<br />
Cantantes imagens do meu futuro.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O teu olhar</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/o-teu-olhar.html</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 15:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>O teu olhar…
É bússola do meu destino
Ramo verde sem podar
Sol sem haver poente
Abismo da minha loucura
Caudal da tua bonança
Desejo da nossa ventura
Instante suspenso no tempo
Grito de boa esperança
Nascente do meu sustento
Carícia que tardou em chegar.</p>
<p>Gaivota dançarina
Madrigal de verso solto
Rio em mim a desaguar
Alvo livro da minha sina
Cantata em sol maior
Harpejo em noite de luar.</p>
<p>Ah amor! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_g7M3bttw_6c/RdcATKJg3vI/AAAAAAAAABI/pNi9I99ZbmQ/s320/collage4.jpg" alt="" width="180" height="159" /></p>
<p>O teu olhar…<br />
É bússola do meu destino<br />
Ramo verde sem podar<br />
Sol sem haver poente<br />
Abismo da minha loucura<br />
Caudal da tua bonança<br />
Desejo da nossa ventura<br />
Instante suspenso no tempo<br />
Grito de boa esperança<br />
Nascente do meu sustento<br />
Carícia que tardou em chegar.</p>
<p>Gaivota dançarina<br />
Madrigal de verso solto<br />
Rio em mim a desaguar<br />
Alvo livro da minha sina<br />
Cantata em sol maior<br />
Harpejo em noite de luar.</p>
<p>Ah amor! Esse teu olhar!<br />
Envolvente… sequioso<br />
Enamorado … candente<br />
Estrela em céu aberto<br />
Onde quero mergulhar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desabrochar&#8230;</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/desabrochar.html</link>
		<comments>http://julieta-ferreira.com/blog/desabrochar.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>No curto espaço de tempo que decorrera desde que se conheceram, aquela era a segunda vez que ele lhe oferecia flores. Primeiro, tinha sido num dia em que o brilho do sol de inverno cobria a cidade. Ela falara muito, como era seu hábito, quando se emocionava, se sentia feliz ou sem jeito. Nesse princípio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2078/2261615394_1463ca181c_o.jpg" alt="" width="242" height="190" /></p>
<p>No curto espaço de tempo que decorrera desde que se conheceram, aquela era a segunda vez que ele lhe oferecia flores. Primeiro, tinha sido num dia em que o brilho do sol de inverno cobria a cidade. Ela falara muito, como era seu hábito, quando se emocionava, se sentia feliz ou sem jeito. Nesse princípio de tarde, fitando, sem cerimónia, a profundez dos olhos dele, deixou-se embalar pela aliviosa intuição e provou, num inebriado estupor, o retorno da sua feminilidade. Contudo, esse dia que passaram a chamar, como cúmplices de uma história por desvendar, o <em>dia do eclipse</em>, tinha sido um teste para ambos. As flores que ele lhe ofertara, depois da revelação incómoda, de uma realidade cortante, pesaram-lhe nas mãos trémulas, ao sentir-se como folha outonal, desenraizada, solta, na voragem de um inesperado temporal. As flores ficariam a lembrar-lhe a esperança e a desilusão. Conservaram-se, airosas e luxuriantes, tal como se conservou nela o animado desejo de não renunciar a um sonho jamais perdido.</p>
<p>Agora a singela rosa branca fazia-a levitar, no silêncio partilhado de duas almas que se haviam reencontrado. Sim, porque ela soubera, desde o inicial encontro, que as almas de ambos guardavam a memória de um Tempo Outro e traziam em si a urgência de se buscarem. As palavras eram esparsas, não por falta de emotividade mas sim pela calma que já habitava nela. Era a serenidade que advinha de um regresso a si mesma; de um sentimento que brotava de uma antiga nascente mas agora fluía, renovado; da chegada a um cais que se reconhece e onde nunca se aportou. Era o reinventar do que parecera esquecido. Era o despertar de um sono não desejado. </p>
<p>Ele era o príncipe que vivera no fantasioso jardim da sua imaginação de menina. Ele era o homem que ela romantizara na solidão cerrada da sua realidade de mulher. Tanto lhe queria contar e beber-lhe as palavras! Tanto lhe queria dar e abrir o regaço para o receber! </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Instante sublime</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/instante-sublime.html</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 14:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>O frio gelava sórdidos membros chagados
No asfalto citadino
Numa manhã invernosa de domingo.
Sentou-se entre genuflexões
E murmúrio de preces cantadas
A igreja a vibrar em uníssono hino.
Quedou-se tranquila, apaziguada.
No rosto sereno, um trejeito de menina
Ou de filha à casa retornada.
Trazia a alma ridente e o coração lavado da dor.
No tumultuoso silêncio
Das palavras sentidas e das volvidas emoções
Com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://images.paraorkut.com/img/papeldeparede/1280x1024/v/vela-5949.jpg" alt="" width="242" height="193" /></p>
<p>O frio gelava sórdidos membros chagados<br />
No asfalto citadino<br />
Numa manhã invernosa de domingo.<br />
Sentou-se entre genuflexões<br />
E murmúrio de preces cantadas<br />
A igreja a vibrar em uníssono hino.<br />
Quedou-se tranquila, apaziguada.<br />
No rosto sereno, um trejeito de menina<br />
Ou de filha à casa retornada.<br />
Trazia a alma ridente e o coração lavado da dor.<br />
No tumultuoso silêncio<br />
Das palavras sentidas e das volvidas emoções<br />
Com o espírito tão próximo do divino<br />
Deu graças com redobrado fervor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/encontro.html</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 09:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No entardecer
De uma vida toldada
Tu chegaste …
De ímpeto e de mansinho
Minha alma sentiu-se tocada
Em teu rosto li um caminho.</p>
<p>Foi assim …
Num colorido momento
Começo do meu despertar
Tuas mãos esguias
A profundeza do teu olhar
Diziam-me o que sentias.</p>
<p>Arrebatamento
Ou até mesmo magia!
Em cálida doçura
Na cópula das nossas bocas
Deixou-se dormir a fantasia
Brotaram vontades loucas.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://artfiles.art.com/5/p/LRG/27/2753/BP7TD00Z/brent-heighton-romantic-embrace.jpg" alt="" width="226" height="286" />No entardecer<br />
De uma vida toldada<br />
Tu chegaste …<br />
De ímpeto e de mansinho<br />
Minha alma sentiu-se tocada<br />
Em teu rosto li um caminho.</p>
<p>Foi assim …<br />
Num colorido momento<br />
Começo do meu despertar<br />
Tuas mãos esguias<br />
A profundeza do teu olhar<br />
Diziam-me o que sentias.</p>
<p>Arrebatamento<br />
Ou até mesmo magia!<br />
Em cálida doçura<br />
Na cópula das nossas bocas<br />
Deixou-se dormir a fantasia<br />
Brotaram vontades loucas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pelo sonho é que vamos&#8230;</title>
		<link>http://julieta-ferreira.com/blog/pelo-sonho-e-que-vamos-2.html</link>
		<comments>http://julieta-ferreira.com/blog/pelo-sonho-e-que-vamos-2.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julieta Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>No início deste mês, a blogosfera ficou mais rica. A Associação Cultural Sebastião da Gama deu entrada neste mundo virtual que tem aproximado tantos, mantido a cultura viva e divulgado nomes literários, alguns desconhecidos e outros ignorados por muitos.</p>
<p>Só ontem tive conhecimento e regozijo-me. Não podia deixar de passar esta informação aos meus leitores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://essg.prof2000.pt/escola/graficos/sgama.jpg" alt="" width="146" height="232" /></p>
<p>No início deste mês, a <em>blogosfera</em> ficou mais rica. <strong>A Associação Cultural Sebastião da Gama</strong> deu entrada neste mundo virtual que tem aproximado tantos, mantido a cultura viva e divulgado nomes literários, alguns desconhecidos e outros ignorados por muitos.</p>
<p>Só ontem tive conhecimento e regozijo-me. Não podia deixar de passar esta informação aos meus leitores e amigos. Sempre que me é possível, revelo a minha admiração pelo homem-professor-pedagogo-escritor que influenciou tanto a minha carreira de docente e, em termos mais vastos, a maneira como olho o mundo.</p>
<p>Curioso também é que sinto uma inexplicável e indecifrável ligação com este poeta que morreu poucos dias antes do meu nascimento. Tal como ele, o sonho e o amor ocupam um lugar primordial na minha existência. Como ele, pelo sonho é que vou &#8230;. <em>Basta a fé no que temos&#8230; Basta que a alma demos&#8230;</em></p>
<p>Aqui deixo o link para visitarem e divulgarem:</p>
<p>http://sebastiaodagama-acsg.blogspot.com/</p>
]]></content:encoded>
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