
Há dias em que o vazio me sufoca
Com falência de brilho pra me animar
Chama definhada de coração minguado
No suplício de um desgastado esperar.
Há dias em que a solidão me embarga
Com ausência do meu perdido querer
Negrume denso do espírito desenganado
No tumulto de um dolorido viver.
Há dias em que o alienado Amor lembro
Pelas impiedosas horas sumidas no Tempo
Na alma o flagelo do obstinado anseio
Corpo rendido ao desvario do momento.
Há dias em que desapareço no passado
E chego a olvidar quem agora sou
Também corro para um porvir sonhado
Sem saber o rumo para onde vou.
Há muitos dias assim…
Em que me procuro fora de mim.


Tão bonito, jú! A poesia comove-me sei lá porquê. É assim como o olhar do poeta fosse um olhar sempre de coração na mão. E nele habitem todos os impossíveis. Tenho inveja dos poetas que
mostram de forma única o que é de todos, parecendo só deles. E um beijo pa ti
Amiga
Há dias em que todos nos sentimos assim.
Espero que estejas bem e que venhas a Portugal no próximo Verão.
Beijinhos
tudo isto, ou seja este poema mostra a dor de um grande amor, vive-o, luta agarra-o com todas as forças de teu ser, lá diz o velho ditado Quem quer vai a luta, nunca te esqueça que enquanto há vida existe a esperança, volta par o teu grande amor, pois deixas de ter a solidão, parabens pelo teu belo poema JFaria