
Meu desejo deitou-se, a medo, na doirada planície dos sonhos por germinar.
O vento, do alto do morro, sussurrou-lhe baladas de um comovido querer.
A lua banhou-o no esplendor efervescente de amanhãs por desvendar.
O ribeiro entoou-lhe um promitente canto e lavou o seu antigo lamento.
Veio o sol e cobriu-o com a manta garrida de um ridente alvorecer.
E a mão de Deus transportou-o para florir no jardim do meu contentamento.


Lindo! Parabéns.
Um abraço da Eduarda
A Julieta está “imparável”… Cada poema mais bonito que o anterior!
Que a mão de Deus a aconchegue sempre…
Um beijinho
Excelente!
)
Beijos.