
Foi o tempo que parou
Ou fui eu que no tempo parei?
A outra que era volta a ressurgir
Solta de uma desfalecida realidade
Existo sem limites… intacta agora.
Anos… tantos anos, meses e dias
Suprimidos ou esvaídos numa hora!
Regresso onde nunca me vi partir
Caminho ao encontro da contínua idade
Pelas ruas do passado que habitei.
No momento reconheço-me por fim
Recupero-me num amanhecer de alegrias
Revisito a escondida memória de mim
Já não me imagino … simplesmente sou!


Imagino a confortável sensação do regresso ao “lar”, ao aconchego, às coisas familiares, à pura intimidade que é o encontro da pessoa consigo própria…
Um abraço amigo
Eduarda
Lindooooooooooo.
Amiga, para os bons momentos, gratidão. Para os maus, esperança. Para cada dia, uma ilusão. E sempre, sempre, felicidade. É o que te desejo neste ano novo que se aproxima!
Festas felizes
Bjs
Talina
Mais um lindo poema a juntar a tantos que tem escrito!
Belíssimos estes versos:
“No momento reconheço-me por fim
Recupero-me num amanhecer de alegrias”
Desejo-lhe, 365 “amanhecer de alegrias” em 2010, pois que, dias que assim se iniciam, por força têm que ser dias bons.
Um beijinho e um óptimo regresso
O tempo não parou, nem a Julieta parou no tempo, o sentido da nossa caminhada é que surge mais cedo ou mais tarde e a força desse acontecer é tão grande que não existem fronteiras nem pedras no caminho. Tudo se apresenta claro e invitável nas nossas decisões. Foi o que aconteceu Julieta um irrecusável chamamento e Deus vai protege-la e guiá-la.
São poemas lindos os que escreve, são o espelho de uma grande sensibilidade, vai ser muito bom ler aos poucos a sua vivência neste cantinho do mundo cheio de amizade para lhe dar.
“Boa Filha, à Casa torna!”
Bem-vinda sejais!
Estamos cá!
Bom Ano – Bons Fados!